Brasil

Publicada em 06/09/19 às 10:04h - 276 visualizações
Pedestre atropelado várias vezes e covardemente agredido na BR-365 morre 51 dias depois em Uberlândia

TV Vitoriosa


Senhor Urbano, Baiano, contou como o filho foi covardemente agredido  (Foto: )

Morreu no Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU), um homem que estava internado há quase dois meses, vítima de agressões a chutes e dois atropelamentos criminosos. Wilson Macedo dos Santos, de 39 anos, teria se envolvido em uma briga com um homem que se dizia amigo dele, e acabou gravemente ferido e jogado no mato, às margens da rodovia BR-365, km 641, perímetro urbano de Uberlândia.

Devido à violência, o fato configura homicídio e, conforme registros do Portal V9, este é o 44º assassinato de 2019.

O fato aconteceu no dia 14 de julho, no Assentamento Rio das Pedras. J.C.S, de 31 anos, foi apontado por duas testemunhas, sendo qualificado no Reds como o autor do crime.

Em depoimento à PM, uma mulher disse que comemorava aniversário e Wilson Macedo chegou com uma faca na cintura. Advertido de que não poderia estar armado ali, ele disse que a faca era presente do pai e que preferia ir embora do que se desarmar. Ainda na versão da mulher, Wilson teria ficado por 20 minutos na festa e foi embora para casa, que fica a 300 metros do local. No entanto, acabou sendo covardemente agredido no trajeto.

A dona da festa disse não ter havido qualquer desentendimento no evento. No entanto, um amigo de Wilson disse ter ouvido a aniversariante falar que o irmão dela, J.C.S., agiu covardemente ao atropelar a vítima e agredi-la com vários chutes na cabeça.

O amigo de Wilson pediu socorro e levou a vítima até a UAI Luizote já inconsciente e em estado grave. Ele foi transferido para o HC-UFU em coma e morreu na terça-feira, 3, às 10h, após 51 dias internado.

Dor e desespero no velório

Nossa equipe acompanhou o pai da vítima, o lavrador Urbano Pereira de Souza, conhecido como Baiano, durante o velório de Wilson Macedo na tarde desta quarta-feira, 4 de setembro. Ainda desesperado pela perda, Urbano chorou ao se lembrar da situação em que o filho foi socorrido.

Ele disse que estavam trabalhando em uma carvoaria, quando Wilson foi chamado por um amigo e não voltou mais.

Urbano pediu ajuda para arcar com os custos póstumos, funerária, velório e enterro, que são altos demais para um lavrador. Ele conseguiu parte do dinheiro emprestado com algumas pessoas e agora precisará pagar o valor de R$ 1.600.

Além da dívida ele permanece com o sofrimento do luto.

Autor não foi encontrado

Conforme consta no boletim policial, o homem de 31 anos, apontado como autor do crime, não foi encontrado pela Polícia Militar (PM) na época dos fatos.

O caso deverá ser investigado.




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